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terça-feira, 20 de outubro de 2015



COMO COMPRAR BITCOIN COM CARTÃO DE CRÉDITO OU PAYPAL?



Até pouco tempo era difícil comprar bitcoin por cartão de crédito ou Paypal, pois com esses meios de pagamentos é possível fazer chargeback, ou seja, o usuário após receber o bitcoin poderia solicitar junto a operadora do cartão de crédito o estorno do pagamento, e quem vendeu o Bitcoin seria prejudicado.
A empresa CEX.io resolveu assumir os riscos dessa transação e vender Bitcoin por cartão de crédito.
Para realizar a compra, é bem simples:
1) Acesse o site da CEX.io para fazer seu cadastro, click em “Register”, preencha seu nome completo, senha e email. Você receberá um email com um código para confirmar o seu cadastro, insira o código na página e complete seu registro.


2) Caso você deseje colocar 2 Factor em sua conta, é logo após o registro, caso não queira click em “Keep 2 FA disabled”


3) Após você confirmado seu 2 FA ou não, você estará dentro da sua conta no CEX.io, agora é só escolher qual valor deseja comprar em bitcoins para pagar com seu cartão de crédito. 


4) Após escolher o valor que deseja realizar a compra em Bitcoin, você precisa colocar saldo em sua conta para efetuar a compra. Agora, escolha o método de pagamento que você deseja. Neste caso específico do artigo, escolha Payment Card (Visa/Mastercard)


5)  O Ultimo passo para terminar de comprar bitcoins com cartão de crédito é preencher os dados de seu cartão e envie uma foto do seu cartão junto com sua identidade. Pronto, sua compra será efetuada com sucesso.


CEX.io é a melhor forma para comprar bitcoins com cartão de crédito atualmente. O preço costuma não ser muito superior ao preço de mercado, assim, se tornando uma opção possível para quem deseja comprar bitcoin com cartão de crédito.



Nova York ou Londres: onde será a capital do bitcoin?



São Paulo - Nova York passou Londres recentemente como melhor centro financeiro do planeta, mas a disputa pelo título vai depender a partir de agora de um tema polêmico: o bitcoin.
Fora do controle de qualquer banco central e muito associada com transações ilegais, a moeda virtual criada em 2009 caminha a passos largos em direção ao mainstream.
No começo de julho, a autoridade bancária europeia lançou propostas para regulamentar esse tipo de moeda, ainda que desencorajando os bancos a lidarem com elas, pelo menos por enquanto.

Poucas semanas depois, o Departamento de Serviços Financeiros do estado de Nova York se tornou o primeiro dos Estados Unidos a propor regulações para o uso de moedas virtuais.
Já em agosto, foi a vez do Departamento do Tesouro britânico anunciar que vai lançar nos próximos meses um relatório explorando as ameaças e potenciais de moedas como o bitcoin e se - e como - elas podem ser reguladas.
George Osborne, dono do cargo equivalente ao de ministro da Economia, disse que "o setor financeiro do Reino Unido só continuará satisfazendo as necessidades diversas de negócios e consumidores aqui e ao redor do mundo se aproveitar as inovações".
Divergências
As novas regras em Nova York foram abertas para comentários de líderes do mundo do bitcoin, um mudança notável considerando que o chefe da agência, Benjamin Lawsky, tem um histórico de dureza com o setor, na mesma linha da Receita Federal (o IRS) e o Departamento de Tesouro.
Ele diz agora que "moedas virtuais são muito promissoras" e que "o bitcoin oferece muitas vantagens e novos usos muito interessantes". 
As regras propostas incluem a exigência de uma reserva proporcional ao que é devido e um sistema próprio de licenças - a BitLicense -com registro de todos os clientes.
O fim do anonimato é só um dos dilemas que os entusiastas do bitcoin, em grande parte atraídos pelo potencial libertário da moeda, vão ter de enfrentar na transição do submundo da internet para papéis mais legítimos no mundo corporativo.
Uma maior regulação é celebrada por gente como os gêmeos Winklevoss,magnatas do bitcoin popularizados no filme "A Rede Social" e que buscam aprovação para lançar um fundo de índice baseado na moeda.
Sean Neville, co-fundador da Circle, empresa de finanças focada em bitcoin, critica a proposta como exagerada, vaga e anti-inovação. A Bitcoin Foundation e outros pediram um tempo mais longo para o processo de consulta.
Economistas e empresários estão longe de um consenso sobre a moeda. Warren Buffett acha que ela é uma "miragem" e recomenda que investidores mantenham distância. Marc Andresseen, fundador da Netscape, acha que ela é a maior inovação desde a internet.
Alan Greenspan, ex-presidente do Fed, acredita que a volatilidade violenta do valor do bitcoin prova que ele é uma bolha especulativa. Robert Shiller, vencedor do Nobel, concorda, mas vê potencial para o uso de moedas virtuais como unidade de medida.



Winklevoss dizem que Bitcoin pode se tornar moeda oficial






Nova York - Cameron e Tyler Winklevoss, os irmãos gêmeos que têm sido notícia por seus planos de lançar um fundo Bitcoin, disseram nesta terça-feira acreditar que a moeda digital pode se tornar a moeda oficial de algum país.
"O próximo passo para o Bitcoin é se tornar potencialmente a moeda de um país", disse Tyler Winklevoss.
Os irmãos gêmeos, famosos por sua história com o Facebook, falaram durante um congresso em Nova York.

Menos de três meses depois de iniciar os planos para lançar o Winklevoss Bitcoin Trust, um fundo de índice que permite aos investidores negociar a moeda digital como se fosse ações, os irmãos falaram sobre Bitcoin e sobre o futuro da moeda virtual.
Bitcoins, apontados por alguns especialistas como o futuro do dinheiro, ganharam proeminência durante a crise financeira na Europa, quando aumentaram os questionamentos sobre quão seguro era manter dinheiro no banco.
"Com o Bitcoin não há resgates como os de Chipre", disse Tyler Winklevoss. Os irmãos acrescentaram que esperam ver uma implosão financeira no Chipre nos próximos dois anos, e que esta era uma razão para usar Bitcoin. Nos resgates denominados "bail-ins", credores, incluindo detentores de bônus, amargam baixas contábeis.
Os gêmeos, remadores olímpicos que têm MBA pela Universidade de Oxford, disseram a reguladores em julho que planejam inicialmente vender 20 milhões de dólares em ações, sendo que cada ação valerá uma fração do Bitcoin. Eles disseram que não poderiam dar mais detalhes sobre seu fundo.
Mas falaram sobre quais seriam os benefícios da moeda digital, como enviar mais facilmente e de forma mais barata dinheiro para o exterior, assim como facilitar doações para caridade.
Alguns dos palestrantes, incluindo alguns administradores de importantes hedge funds, falaram sobre suas apostas para investimentos em ações na conferência. Enquanto isso, os irmãos Winklevoss fizeram uma apresentação mais geral sobre a moeda digital, e receberam mais perguntas do que qualquer outro palestrante anterior.
Fonte: http://exame.abril.com.br/